15 de janeiro de 2009

Reflexão



“ Contam-me os refugiados sobreviventes que quando um barco é surpreeendido por uma tempestade é mais provável que ele afunde, se os passageiros entrarem em pânico.
Mas se uma só pessoa permanecer calma, lúcida e consciente, ela sozinha poderá ajudar os outros, e todos sobreviverão ao perigo.
Os ensinamentos budistas convergem todos para esse ponto: cada um de nós é essa pessoa.
A Terra é um pequeno barco em meio a perigosa tempestade; por isso temos que ser nós mesmos, o melhor que pudermos ser. Lembrem-se: uma pessoa é muito importante; uma pessoa é muito.”


Thich Nhât Hahn

14 de janeiro de 2009

Trechos de Livros


Tome uma Atitude Alternativa



Quando ficamos muito presos aos nossos condicionamentos, ou quando nos permitimos limitar por crenças que já ficaram no passado, é chegado o momento de tomar uma atitude alternativa. Essa atitude permite que busquemos novas perspectivas e possibilidades que antes não enxergávamos. Tomar uma atitude alternativa significa que podemos exercer o nosso poder de escolha livremente, sem imposições de crenças limitantes, pois percebemos a variedade e a diversidade de escolhas que a vida nos oferece.


Sugestões práticas para uma atitude alternativa:


- Sinta-se livre para escolher. Não permita que um excesso de tradicionalismo o impeça de enxergar novos horizontes.

- Apóie o surgimento de experiências novas em sua vida.

- Passe cada vez mais a consumir produtos que contribuam para o equilíbrio entre o ser humano e a natureza.

- Procure identificar todas as coisas que podem tornar sua vida mais simples e coerente com o que você pensa, sente e faz. Por exemplo: evite acumular coisas que a tornem muito complicada.

Bibliografia: O Livro das atitudes - Textos Sônia Café

13 de janeiro de 2009

Histórias Zen


Gargalhada
A gargalhada é uma força tão transformadora que nada mais é necessário. Se você transforma sua tristeza em celebração, então também será capaz de transformar sua morte em ressurreição.

Ouvi falar sobre três místicos chineses. Ninguém sabe seus nomes; eram conhecidos apenas como " Os três santos risonhos", pois jamais fizeram outra coisa - simplesmente riam. Eles iam de uma cidade a outra, ficavam no mercado e davam boas gargalhadas.
Essas três pessoas eram realmente lindas, gargalhando, suas barrigas sacudindo... Contagiava - todo o mercado ria... Por alguns segundos um novo mundo se abria.
Eles andaram por toda a China, simplesmente ajudando as pessoas a rir. Pessoas tristes, raivosas, avarentas, ciumentas, todas começavam a rir com eles. E muitas pessoas sentiram a chave- você pode transformar.
Então, num povoado, aconteceu que um dos três morreu. Os moradores disseram: " Agora haverá problema. O amigo deles morreu - eles terão que chorar".
Mas ambos estavam dançando, rindo e celebrando a morte.
Os moradores da vila disseram: " Isso já é demais. Que grosseria! Quando um homem morre é profano rir e dançar!"
"Eles responderam: " Vocês não sabem o que aconteceu! Nós três estávamos sempre pensando sobre quem morreria primeiro. Este homem venceu; somos os perdedores. A vida inteira rimos com ele. Como podemos lhe dar o último adeus de outra maneira? precisamos rir, curtir, celebrar."
Esta é a única despedida possível para um homem que gargalhou a vida inteira. e se não rirmos, ele rirá de nós e pensará: " Seus tolos! Então caíram de novo na armadilha??" Não o consideramos morto, pois como pode a gargalhada morrer, a vida morrer?"
Quando o corpo estava para ser queimado, os moradores da vila disseram: " Nós lhe daremos um banho, como prescreve o ritual". mas os dois amigos responderam: " Não, nosso amigo disse: 'Não façam ritual algum, não mudem minhas roupas e não me dêem banho. Simplesmente me coloquem na pira funerária como estou'. Portanto, devemos seguir suas instruções"
E então, quando o corpo foi colocado no fogo, aconteceu uma grande surpresa. aquele velho tinha pregado sua última peça. Ele havia escondido muitos fogos de artifício sob suas roupas, e de repente aconteceu o Diwali! Então todo o povoado, começou a dar gargalhadas. os dois loucos amigos estavam dançando, e o povoado inteiro começou a dançar. Não era uma morte, mas uma nova vida, uma ressurreição. Toda morte abre uma nova porta.


Se você transforma a sua tristeza em celebração, também será capaz de transformar sua morte em ressurreição. Assim, aprenda a arte enquanto há tempo.


Yoga: The alpha anda Tha Omega - OSHO
vol.4 págs 252-254

11 de janeiro de 2009

Trechos de Livros





“FOFOCA”
- A rede informal de Ódio –


A Cabala da Inveja
Nilton Bonder
Editora Imago


A “fofoca”, ou a transmissão intencional de informações, é uma das redes mais importantes de preservação e transporte de rancor. Sua disseminação é tão corriqueira e rotineira que novamente faz-se necessário desmontar sua estrutura e visualiza-la à luz dos diferentes mundos.
A tradição judaica classifica em três diferentes formas as expressões que a “fofoca” assume nos mundos perceptíveis – o “repassador de histórias” (rechil), a má-língua (lashon há –rá) e o caluniador( há-motsi shem rá). O último exemplifica o caso simples de alguém que propaga uma mentira em relação a outra pessoa. A “má-língua”, por sua vez, é a atitude do indivíduo que transmite uma informação verdadeira, porém com a única intenção de difamar. Já o primeiro caso, representado pelo “repassador de histórias” ou, como prefere o talmude, “sombra da má-língua”, trata-se do repasse falsamente involuntário de informações comprometidas com interesses escusos.
Maimônides, rabino do século XII, nos ajuda a compreender as classificações de “má-língua” e “repassador de histórias”:

Uma pessoa de “má-língua” é aquela que, quando em companhia de outros, diz: “Fulano fez isto e aquilo” ou “seus ancestrais foram este ou aquele”.
Já a “sombra da má-língua” tem o seguinte discurso: “Quem diria que fulano seria o que ele é hoje” ou “ Fica quieto em relação a Fulano, não quero nem me lembrar do que aconteceu...” e então relata. É repreensível a atitude de fingir não se dar conta de que o que diz é maldoso.

Se pudéssemos portanto, graduar estes níveis de manipulação de informação de acordo com os diferentes mundos, encontraríamos uma situação inversa àquela que nos pareceria óbvia. Levando-se em conta a sutileza destas diferentes formas de intriga, a tradição judaica nos aponta como as mais nociva das “fofocas” justamente o repasse de histórias (rechil), seguido então da má-língua e, por último, da calúnia.
Na verdade, tanto a calúnia quanto o caso da má-língua, há uma mesma agravante, no sentido restrito da “fofoca”. Em ambos, se assume o desejo de difamar a quem se julga “merecer ser difamado”. Tanto o caluniador quanto o má-língua alimentam-se da justificativa de que não pode se deixar passar a oportunidade de denunciar aqueles que agem erroneamente. São portanto, do ponto de vista da conservação de um ódio, instrumentos muito parecidos. Pareceria, á primeira vista, que a diferença da natureza do crime que infringem – um mentindo e o outro revelando a verdade – definiria o crime de calúnia como sendo de maior gravidade. Porém, não é bem assim. É evidente que o caluniador é o responsável pelos danos e conseqüências de seus atos no que se refere a programar uma mentira, mas a destrutividade de sua malícia é menor do que a de uma má-língua. O caluniador está na categoria de nada. Sua mentira é a saída e o recurso que reabilitará aquele que é caluniado. Isto porque, sendo desmascarada a sua mentira, a reputação do caluniado será restaurada imediatamente. Esta é a razão pela qual, no que tange à malícia, o intento do caluniador é infinitamente menos sutil do que o da má-língua.
A má língua se utiliza da verdade como um instrumento para agravar uma intriga, sofisticando sua malícia. No momento em que aquilo que se diz pode ser verificado, o intuito subjetivo da intriga tem um potencial maior de propagar o rancor. Ao mesmo tempo, em relação ao “repassador de histórias”, a má-língua assume a posição de tolo. Seu desejo de difamar também é neutralizável por qualquer um que tenha um mínimo senso crítico e que consiga questionar quais os interesses que teriam levado alguém a relatar tais fatos a outras pessoas.
O repassador de histórias é o nosso grande vilão. Sua natureza enquadra-se na dimensão do perverso. Usando-se de uma falsa imparcialidade, o repassador de histórias dissimula seus interesses. Passa adiante fatos que deixa para seus ouvintes julgarem. Porém, a conveniência de repassar a informação num dado momento e de uma determinada forma contém elementos potencialmente muito propícios para a manutenção de ódios e rixas. Desta maneira, o repassador de histórias deixa de ser suspeito de possuir qualquer interesse em relação á sua informação. Este elemento subliminar faz com que o ouvinte da “fofoca” assimile a informação infectada com rancor e acredite, depois de decodificá-la, que é seu, propriamente seu, o julgamento que, na verdade, já estava embutido na informação.
O repassador de histórias representa a mais nociva e endêmica forma de transporte e preservação de rancor, pois a prática de tal hábito se estende á grande maioria das pessoas, que, certamente, desconhecem seu poder destrutivo. Não é por acaso que, no âmago do Pentateuco, na descrição das mais sofisticadas formas de civilidade e sapiência que pode um indivíduo atingir, recomenda-se: “ Não andarás repassando histórias entre seu povo” (Lev.19:16). Este é o trecho conhecido como Kedoshim (sagrados), onde as recomendações mais sutis para se almejar uma vida de qualidade são listadas.
A tradição rabínica reconhece também que a “fofoca” depende daquele que se presta a ouvi-la. Desta forma, alerta-nos para o fato de que devemos ser cuidadosos não apenas para não agirmos levianamente espalhando “histórias”, como também educando-nos para não ouvi-las.

Saiba que aquele que escuta uma afirmação maldosa é tão perverso quanto aquele que a transmite. O simples fato de lhe dar atenção permite àqueles que estão próximos pensar: “ Fulano ouviu o que lhe diziam e concordou, portanto; o que dizem deve ser verdade”.
Até mesmo se o ouvinte apenas volta seu rosto em direção ao “fofoqueiro” e dá a impressão de lhe estar prestando atenção ajuda a propagar a intriga e encoraja-o a prosseguir coma sua malícia ( Shaarei Tshuva, s.3)o de lhe estar prestando atenç seu rosto em direçto; o que dizem deve ser veradriga tem um potencial maior de propagar o rancor

Este dado é de suma importância para que possamos identificar a estrutura da “fofoca”. Seu meio de propagação é uma rede que depende também da disponibilidade de seus ouvintes para desencadear processos de preservação de rancor e ódio. Todos, uns menos, outros mais, fazemos parte desta rede informal, cujos custos à paz mundial são incalculáveis.
Conseguir romper com esta rede organizada requer sabedoria e disciplina. Deve-se, acima de tudo, perceber que a sua eficácia principal está nas artimanhas sutis com que desvia energia de nosso discurso e comportamento, logrando-nos constantemente. Somos, então, feitos hospedeiros, receptáculos de rancor. Os embustes da intriga não estão na essência do que é dito, mas na forma com que é transmitida. Por isso, somos alertados de que mesmo a lisonja e o elogio podem conter tanto veneno quanto a blasfêmia.
Continua...
Bibliografia:



...O Rabi Israel Meir tentou esboçar um breve manual de normas para podermos filtrar a poluição de rancores e malícias contidos no desejo de criticar alguém. Foi a seguinte fórmula por ele descrita para termos a certeza de que nossas intenções são construtivas:

1/ As evidências da desonestidade ou da falta cometida devem ser obtidas pela própria pessoa que critica e não através de rumores que tenha ouvido.

2/ A pessoa que critica deve ser cautelosa e refletir sobre o assunto intensamente, para poder certificar-se de que se trata de um caso em que houve realmente uma atitude incorreta.

3/ Deve então censurar a pessoa que cometeu o erro reservadamente, sem alarde e de maneira a não ameaça-la, demonstrando expectativa de que modifique a sua conduta. Se isto não ocorrer, então sim, poderá tornar o caso público.

4/ Não deve, no entanto, fazer a ofensa parecer maior do que é.

5/ Deve tentar entender seus próprios motivos e certificar-se de que não está censurando o outro por razões pessoais, mas que o faz de boa fé e com o objetivo de ser construtivo.

6/ Se existir qualquer outra forma de evitar a difamação do outro, deve recorrer a tal método primeiro.

7/ Como resultado de sua ação, não deve trazer ao indivíduo criticado punição maior do que aquela a ele destinada por uma corte, caso fosse julgado. Além de tudo isso, uma pessoa que publicamente difama alguém deve ela mesma ser honesta e não culpada do mesmo tipo de crimes ou faltas que censura no outro... Deve também certificar-se de que as pessoas para quem denuncia a falta não sejam elas mesmas culpadas de indulgência em práticas similares à que é criticada.



10 de janeiro de 2009







Mapa Astrológico
- Desenvolvimento Pessoal através dos Ciclos da Vida -
por: Débora Roberta Evangelista

A interpretação do mapa astrológico oferece um adicional qualitativo ao processo de vida, tratando o indivíduo como um ser singular e apto a oferecer seus dons e talentos à sociedade. O mapa astrológico amplia a visão e indica o propósito de vida.
Auxilia na identificação e superação dos modelos mentais ultrapassados. Também oferece novos modelos para a atualização e desenvolvimento dos potenciais latentes ou identificados. As dimensões do ser humano em seus níveis físico, emocional e mental são trabalhadas e integradas em perfeita harmonia com seu perfil, carreira, rotina de trabalho, hábitos de vida diária e ciclos de vida.
Inteligência relacional, auto- estima, segurança, assertividade, gerenciamento do estresse, criatividade, capacidade de responder habilmente em situações incomuns ou fora de rotina, gerenciamento de crises, plano de carreira, vocação, orientação nos processos de transformações e mudanças, espiritualidade, promoção do auto-conhecimento, manutenção do bem estar através do auto cuidado e saúde integral, são alguns dos benefícios registrados neste processo.
Durante a consulta, são interpretados o mapa astrológico e o gráfico da revolução solar. Também são indicados exercícios, meditações, florais, bibliografia para estudos, mapeamento de desenvolvimento pessoal e outros recursos disponibilizados de acordo com o perfil identificado no mapa astrológico. A consulta é gravada em mídia para arquivo e apoio posterior.

Mapas Astrológicos
· Adultos
· Pais e Filhos
· Organizações

9 de janeiro de 2009

Terapia Floral



Esta gravura representa o momento em que o Arcanjo Gabriel revela à Maria a sua missão como mãe de Jesus. Gabriel é o arcanjo que dispensa e energia branco-dourado e que nos auxilia em nossa missão na Terra. As essências de Gabriel são um sistema floral que foram canalizadas através da inspiração deste arcanjo. O texto abaixo foi escrito por Maria Tereza Miralles, canalizadora e resposnável pelos cursos. O sistema foi criado ao longo de 03 anos de Julho de 1977 a Julho de 2000. neste tempo ela morou integralmente no Santuário Gabriel, na mata do cerrado no Planalto Central do Brasil.
Desde o seu início as essências vêm sendo pesquisas por um grupo de terapeutas, psicólogos e médicos.
Sistema de Essências Sinérgicas de Gabriel
O Sistema Essências de Gabriel é elaborado com cristais e flores nativas do bioma de cerrado, encontradas em uma área geográfica denominada Terra Nostra.

Um local comprometido a manter a flora, fauna, solo, subsolo e ar intactos. Terra Nostra é uma região de colinas situada em uma das vertentes do morro mais alto da região, o Agudo. Sua altitude ultrapassa 1000 m e seu solo é basicamente rochoso. Este conjunto de fatores cria um ecossistema de características específicas dentro da singularidade do próprio cerrado, com vegetação exuberante e árvores de grande porte .

As essências do Sistema Essências de Gabriel tem sido, desde a sua origem, elaboradas com as flores desta mata.

O Sistema é composto de 64 essências sinérgicas e 04 essenciais afinadores.
As quatro manifestações do Espírito Sagrado que fazem parte do Sistema Essências de Gabriel são denominadas de Essenciais Afinadores, que irão criar o campo de ressonância propício à atuação das Essências Sinérgicas.
Neste processo, que é o da transmutação alquímica, cada Essencial Afinador servirá de base para o restabelecimento da sinergia do campo energético do usuário.
O Sistema Essências de Gabriel está comprometido em acompanhar as mudanças do planeta.
Através das Essências de Gabriel nos abrimos para transformar as velhas qualidades no novo e acolher tudo o que o tempo está trazendo. Isto implica em trocas.
A mudança tem de ser realizada em nós ,em nosso campo de energia, nas crenças que nutrem os pensamentos, nas emoções que impregnam o físico.
A terapia com as essências das flores nasce da contemplação do padrão de consciência superior da flor impresso na gota de orvalho.





Consultas
Florais Gabriel
Valinhos, Campinas e São Paulo
Débora Evangelista - (19) 97620846





8 de janeiro de 2009

Depende de mim











Quando percebermos que nossa realidade é criada a partir de nossas percepções e crenças internas, poderemos então nos permitir inicar uma mudança real . Esta será sem dúvida, a decisão mais significativa de nossas vidas. Veja o texto abaixo, ele é do fundador da SBE - o professor Henrique José de Souza e traz a cura e o alívio para o nosso maior engano: achar que o outro é a causa de nossos problemas e tristezas.





SALMO DA ALEGRIA


Apenas nós somos responsáveis por nossos próprios atos e omissões, e dessa responsabilidade jamais poderemos nos redimir.
1- Nosso Juiz Supremo é a nossa própria consciência. Só a ela devemos obediência em qualquer circunstância.
2- Ninguém pode ser honrado ou desonrado por atos, palavras ou atitudes de outras pessoas, mas unicamente por seus atos, palavras e atitudes.
3- O que dizem, pensam ou propalam de nós, não constitui problema nosso e sim de quem assim procede.
4- Ninguém tem o poder de nos ofender. Quem nos ofende e maltrata são os nossos próprios sentimentos inferiores feridos.
5- Nós é que distribuímos a nós próprios, felicidade ou desgraça, triunfo ou miséria.
6- Nossa existência é um caminho construído por nós mesmos através de sucessivas vidas. Ninguém poderá percorrê-lo por nós. O Karma de cada indivíduo só poderá ser resgatado por ele próprio.
7- Onde há amor não há pecado




Henrique José de Souza


Fundador da SBE - Sociedade Brasileira de Eubiose


www.eubiose.com.br