20 de abril de 2011

Construir

por Débora Evangelista

Independente do seu signo solar, você recebe influências astrológicas de todos os doze signos, o que significa que o céu propicia inúmeras oportunidades de aprendizagem e evolução durante todo o ano e por toda a sua vida disponibilizando diversas configurações energéticas.
O Sol hoje entra no signo de Touro, o que significa que um apelo interno e coletivo muito forte solicita a aquisição de valores que capacitem a nossa humanidade a construir, neste período de dois meses, algo significativo, seja de ordem abstrata ou concreta.
Entender e harmonizar-se com este céu e seus aspectos e possibilidades, significa usar as energias a seu favor. Muitas vezes este pode ser um período em que a energia do signo de touro oriente algumas pessoas a nadar contra a correnteza.
Esta é uma reação equivocada, tipicamente taurina no que se refere a seu uso equivocado, tentando forçar as coisas para fazer sua idéia prevalecer como sendo a mais adequada.
Agir com esta perseverança mal alocada, agindo instintivamente, metendo os chifres antes de aprender a como lutar, com certeza lhe trará apenas músculos fortes e muita dor de cabeça. Entender as exigências do momento e colaborar com isso, usando a energia para comungar com as forças disponibilizadas, será sinal do bom uso da inteligência que antecede a intuição concedida em maiores aprendizados quando o Sol estiver nos signos de Gêmeos e Câncer.

19 de abril de 2011

Firme e inexorável

Por Débora Evangelista


O sentimento de felicidade é inevitável e nos traz sempre oportunidades de sermos melhores, muito além do que qualquer treino ou aprendizado. Quando as situações nos levam mansamente para onde todas as certezas se encontram, sem nenhuma pretensão de ser ou de dar certo, há aquela bem aventurança que se traduz apenas em um “sim”. Este é o estado perfeito, onde se entende que, o Universo conspirou a favor, através das sincronicidades, das coincidências significativas.
Assim, a eternidade abarca o momento e as esperanças são justificadas. Não importa a fase que esteja, o que importa é que evidenciou-se o destino. Para além das fatalidades, das lágrimas, das brigas, dos desencontros, dos enganos, das armadilhas, dos laços e desatinos... Lá está ele, firme e inexorável com sua capacidade de deixar o mais complicado algo tão simples, como o vento que passa pelas folhas, levando o que já foi, preservando a essência daquilo que permanece por uma ou mais estações: o amor.

18 de abril de 2011

Encontro

Por Débora Evangelista



A união de algo ou a batida de dois corpos é o significado de encontro. Quando os encontros acontecem involuntariamente eles são adoráveis. Encontrar amigos e celebrar o momento com alegria e simplicidade são grandes oportunidades de entender que a vida é algo a ser compartilhado. Amigos de ideais e amigos recém conhecidos podem se confraternizar com a certeza de que música, alimento e afeto são algumas coisas boas desta vida.
Um encontro inesperado com alguém que passa a ser importante é maravilhoso. Um encontro com alguém que sempre foi importante, também. O interessante é que o encontro, marcado ou não, é a batida de dois ou mais corações que sentem um enorme prazer em se reconhecer.

17 de abril de 2011

Suscetibilidade
Por Débora Evangelista


Trabalhar a mestria sobre os próprios humores é a melhor maneira de obter a cura das suscetibilidades que temos às opiniões e manifestações alheias.
A tendência de sermos afetados sensivelmente, mentalmente ou moralmente pelos humores alheios não demonstram fragilidade, como podem pensar muitos, mas demonstram a força de um ego inflado e de uma personalidade rígida que não aceita que nada se expresse além de si mesmo, sentindo-se atacado ou ofendido quando ocorre algum movimento alheio aos seus próprios.
É preciso entender que ser suscetível pode ser interessante. Essa permeabilidade pode permitir trabalhar a flexibilidade e o contato com o mundo do outro, seus gostos, suas opiniões.O excesso dela é que pode ser nocivo. Saber delinear seu espaço e suas idéias sem polarizar e chegar a extremos, pode ser bastante interessante. Será a sua intuição quem determinará como relacionar-se com seu meio, quando proteger-se e quando envolver-se.

16 de abril de 2011

“A César o que é de César ,
a Deus o que é de Deus”
Por Débora Evangelista


É preciso ter bem definido para si mesmo, os valores profanos e divinos, para não contaminar um nível com o outro nas coisas práticas da vida. Claro, que o divino manifestar-se- à  neste novo ciclo, permeando todas as ações e valores, porém não devemos confundir o valor de cada coisa. O trabalho, deve ser encarado com seriedade e as contas pagas. A espiritualidade deve ser desenvolvida e praticada, inspirando-nos a construir relações mais significativas baseadas no amor e na fraternidade. Abandonar um mundo em detrimento ao outro, seja o material pelo espiritual ou o espiritual pelo material significa confundir os níveis.
Esteja atento!

15 de abril de 2011

"Margaritas ante porcus"

Por Débora Evangelista


Mesmo sabendo que esta máxima não rola mais no novo ciclo, que nos é dado a construir, muitas vezes nos deparamos oferecendo pérolas aos porcos. Muitas vezes também nos comportamos como os tais porcos, recusando pérolas, por estarmos com a baixa auto estima em alta e distraídos, chafurdando na lama rotineira e segura.
De nada adianta oferecer algum tipo de informação, conhecimento ou sentimento para alguém que não esteja disposto a compartilhar e também de nada adianta considerar que aquilo que você tenha a oferecer seja tão valioso quanto uma pérola e o outro tão animalizado quanto um porco.
O Mestre diz que cada coisa tem o seu próprio tempo,e que só podemos oferecer algo, para alguém quando este alguém está desperto para poder receber. Se tentar despertar alguém que está dormindo, poderá receber de volta toda a ira e o mau humor que um despertar forçado pode oferecer.
O Eu Superior

Por Débora Evangelista

Muito embora a gente entenda que a ajuda vem sempre dos céus, existe dentro de cada pessoa sob a face da Terra, a centelha divina, que reside no coração de cada um de nós.
Essa centelha divina tem muitos nomes: Deus Interno, Eu Superior e outros. Podemos definir esta e energia como “Deus em ação” dentro de nós, expressando-se através dos atributos da sabedoria, amor e vontade, que nos são revelados através das situações que vivemos diariamente. Viver é um maravilhoso aprendizado!
Portanto, quando as forças nos faltam, quando não há mais fé em nada, quando temos um vácuo na nossa energia,quando nada mais parece fazer sentido, é esta centelha quem assume o comando e que faz com que possamos emergir das aprendizagens mais dolorosas.
Para tanto, a energia precisa de abertura e de entrega, para que possa abarcar e redirecionar os acontecimentos conforme um plano maior. Muita rigidez em alterar nossas expectativas, planos e intenções podem ser um empecilho para que aquilo que é verdadeiramente nosso se manifeste e seja reconhecido.
Estar muito apegado a idéias sobre como as coisas deveriam funcionar, não ajuda em nada.
A própria inteligência atrairá situações para que esta lacuna se abra, para que você saia da frente e a energia possa manifestar-se livremente e a seu favor.
Nem sempre é um processo prazeroso, o emocional pode dar a impressão do coração “doer muito", mas na verdade, é a energia divina fazendo seu movimento, rompendo as amarras, levando cada ser e situação à sua forma original e amorosa.
O Eu Superior atua para além de nossa compreensão terrena, ele está além das previsões, sugestões e leis humanas. Cada um de nós tem seu roteiro pessoal e intransferível que é viver bem e fazer o que se comprometeu a fazer nesta encarnação. Não há porque ter ansiedade ou medo, todos os dias caminhamos um pouco na realização de nossa missão.
Considerar que outros possam fazer isso por você é ilusório. Você se aconselhar com parentes, terapeutas, irmãos, guias, mestres que já caminharam um pouco além, que poderão orientá-lo, trocar idéias. Porém somente você poderá fazer escolhas e assumir riscos. Contate seu Deus interno e comece a perceber que existe uma presença que o guia para aquilo que é necessário para a evolução pessoal e coletiva.