9 de abril de 2011

Cadeado

Por Débora Evangelista

Entenda que o tipo de mente que tranca alguém ou alguma coisa, segura as chaves daquilo que trancou, ficando preso através de sua intenção. Abra a porta e jogue as chaves fora... suas mãos estarão livres para aquilo que é seu. Sem controle, você é liberado.

8 de abril de 2011

O Belo
Por Débora Evangelista


Quando o belo está dentro, tudo o mais é belo e esta... esta é a água mais pura que pode banhar os seus olhos. Abra seus olhos... chegue mais perto e desperte. A essência está ali intocada, na beleza que cada um é e tem: o ser singular.

7 de abril de 2011

O Feio

Por Débora Evangelista


Quando você entender que o feio é apenas um jeito de ver apenas uma parte, em uma determinada condição do tempo e do contexto, você poderá então ver o belo que há no Todo. Enquanto o belo estiver apenas do lado de fora, o feio estará dentro e os olhos não poderão ver mais nada além do véu. Que pena... você perdeu, mais uma vez a possibilidade de ser inteiro.

6 de abril de 2011


O Pleno
Por Débora Evangelista


Quando algo está cheio, não há mais o que ser preenchido. O movimento esgotou-se e agora só resta esvaziar, para que algo possa surgir através do vazio.
Se a sua mente é repleta de convenções, regras e leis ela não pode permitir que você seja, junto ao fluxo da vida. Você limitou as possibilidades e agora sente tédio. Deite fora o conteúdo e sinta-se permeável para receber o novo. 

5 de abril de 2011

O Vazio

Por Débora Evangelista


O vazio permite que todas as possibilidades se manifestem. Se você vê apenas o vaso, está apegado à forma. Se você vê o vazio que o vaso oferece então você percebe as possibilidades. Entenda que você pode escolher o que fazer com o vazio. Há sementes de possibilidades prontas a serem germinadas.

4 de abril de 2011

Teia
Por Débora Evangelista


Todos os dias você tece mais um pouco, o tecido de sua existência. Embora já tenha nascido com a urdidura pronta, é você quem escolhe os fios com os quais deseja tecer. A este processo chamamos de livre arbítrio. E agora que sabe que tem liberdade sobre isto? Que fios irá escolher?

3 de abril de 2011

Checar
Por Débora Evangelista

Algumas vezes, por melhor que sejam as intenções, algumas impressões podem ser falsas, as intuições podem ser equivocadas e as fofocas contadas pela metade. Algumas vezes, devemos encarar que o equívoco foi grande e que o julgamento foi precipitado.
Antes de tudo, convém checar as dúvidas com aquele a quem as temos. Por que as impressões são como as pegadas na areia, elas se apagarão em uma próxima onda, em um próximo ciclo, em uma próxima inspiração. É uma questão de evolução, e este é um processo inevitável.
Antes de perder seu tempo pensando e deduzindo, procure apenas perguntar aquilo que deseja saber, basta checar. Aquele caminho tortuoso que você sempre faz, para tentar não se expor, aparecer ou se envolver, apenas atrasará a sua própria vida, dando-lhe muitas vezes percepções indevidas ou terceirizadas.
Checar significa buscar tornar claro aquilo que seria ao ego interessante conservar obscuro, perpetuando as ilusões, fragmentando o caminho.