2 de dezembro de 2011


Visão
por Débora Evangelista
Busque ampliar a sua visão sobre alguns aspectos da vida ou mesmo ouse alterar a visão de si mesmo. Uma coisa não está separada da outra. Se você se distanciar apenas à medida certa, para observar a paisagem bob outro ponto de vista, perceberá que modificou também o seu lugar na disposição das coisas já observadas. A vida é dinâmica e perceber a sua participação nos cenários poderá ser o começo de um caminho de grandes transformações.
Um final de semana repleto de percepções que o conduzam a novos caminhos!

1 de dezembro de 2011


Visão Compartilhada
por Débora Evangelista

É possível que o ideal de fraternidade se torne realidade desde que os envolvidos possam ter um espaço para compartilhar as suas próprias visões e construir novas condições, saberes e conhecimentos que lhes permita criar algo vivo, atual, necessário.
Não há como aderir a um ideal coletivo, sem que o próprio ideal esteja contido nos pressupostos que norteiam um grupo.
As ações que têm como foco a evolução de comunidades com indivíduos mais conscientes, é a prerrogativa do momento, para que possa fazer desta oportunidade, algo luminoso e dourado.
Compartilhar visões tem uma relação muito forte com ser acolhido, ser respeitado e ter um líder, ou um mestre que consiga entender as visões individuais e enaltecê-las com o objetivo de harmonizar cada indivíduo, dentro de sua singularidade e talento, na área em que for mais interessante para a realização da missão do grupo, bem como a do indivíduo.
Desta forma, e somente assim, a fraternidade entre os homens poderá ser construída.
As configurações celestes anunciam grandes transformações, onde indivíduos de todas as origens das mais diversas tribos começam a se unir para fazer valer a força e a sabedoria, o amor e a comunhão de idéias que serão a massa, o cimento, a amálgama desta construção.
Hoje, faça seu melhor e busque compartilhar as suas melhores visões.

30 de novembro de 2011


Siga a correnteza
por Débora Evangelista

Um movimento dá origem ao outro e todas as coisas retomam seu curso normal. A fluidez deveria ser uma constante, vida é movimento  portanto, seguir a correnteza seria a melhor opção, sempre. 
Hoje, busque deitar as cercas e barreiras que o separam daquilo que deve  fluir. Abra mão dos litígios e foque nas soluções. Mesmo que elas pareçam longe, o rio sempre vai dar no mar. Está tudo certo. Um dia de grandes oportunidades para você!

29 de novembro de 2011


Vida em grupo
por Débora Evangelista
As configurações astrológicas apontam que esta semana os assuntos relacionados a grupos, comunidades e instituições serão trabalhados  com o objetivo cósmico de despertar mais consciência em  indivíduos pertencentes às diversas egrégoras que compõem o mundo da matéria com reflexo no sutil e vice e versa.
A consciência que se leva a um grupo e o cumprimento de sua missão coletiva, tem relação com a motivação pessoal de cada indivíduo que o compõe e também do quanto este mesmo indivíduo deseja  abrir mão destas motivações em benefício de algo que considera maior e justo para o Todo.
As egrégoras são criações humanas que sempre atendem a uma solicitação chamada de espiritual ou de posição hierárquica superior com fins de aprendizagem e manifestação de determinados ideais e energias na Terra.
Confundir manifestação com essência é na maioria das vezes um grande equívoco. Aqui, saber dar valor às coisas e separar o humano do espiritual, o plástico do vital, o material do sutil, pode ajudar muito nas relações em comunidades, pois na maioria das vezes, quando o humano falha, rapidamente o ideal é esquecido a favor de brigas e desavenças abrindo lacunas para que a missão não se realize, perdendo-se o contato com o propósito.
Esteja atento sobre aquilo que você leva para o trabalho, para a empresa, para casa, para os estudos, para os cultos, para as suas atividades em grupo.
A egrégora sempre tem “a cara” dos seus participantes, ela é a constelação de todos os dons, talentos, mazelas, defeitos e limitações de seus componentes e é praticamente uma entidade viva que precisa ser mantida. São nestes cenários que as curas da percepção e conduta  são realizadas, que geram-se energias que irão construir, transformar  ou destruir.
Esta “cura” só acontece quando você deixa de projetar suas neuroses e dificuldades no chefe, no gestor, nos pais, no professor, no cônjuge, no governo, no líder espiritual, em Deus e passa  a fazer a sua parte, assumindo a criação de sua própria realidade, co-criando com o Universo a partir de pressupostos mais afinados com os aspectos mais nobres de sua própria missão pessoal, contribuindo e transformando a vida em grupo em uma agradável troca de experiências e aprendizados.
Fique atento!

28 de novembro de 2011

Fluxo de energias

por Débora Evangelista


A pausa é o aquietar provocado ou espontâneo de um determinado fluxo de energias que atuam e provocam determinadas situações. Quando as coisas se agitam em demasia e perde-se o propósito, é preciso entender que a mente ou a emoção tomaram o comando sem parceria ou ritmo. Aqui, é preciso recolher-se a fim de fazer com que as águas turbulentas do emocional se acalmem, que a mente agitada e envolvida pare de demandar mais conteúdos em forma de necessidades e emergências desconexas. É preciso uma pausa para que se contemple a situação com um olhar impessoal, acima do cenário criado.
Quando perceber que perdeu o controle e não souber o que fazer, não faça nada. Pare, ofereça a você mesmo uma oportunidade de estar equivocado ou cansado e aguarde desapegando-se da situação e da necessidade de atuar criando soluções que trazem mais problemas. A partir da pausa, da não indentificação com a situação, a própria natureza, a energia da vida, lhe trará novos estímulos e ensinamentos e você poderá continuar sua caminhada com mais presença e consciência.
Uma semana de muita serenidade e bons aprendizados!



24 de novembro de 2011


Ambiguidade
Por Débora Evangelista

O Sol brilhará neste período com todo seu resplendor se você ancorar a sua percepção naquilo que é grandioso, nas boas obras, no otimismo, nas possibilidades a serem atingidas. Use o mental, use a sua inteligência para coordenar o fluxo de emoções e situações que podem se apresentar durante a estada do Sol no signo de Sagitário.
Enredar-se aos eventos  emocionais sem delinear limites, pode obrigá-lo a sofrer os revezes peculiares relacionados ao  aspecto complexo da constelação do centauro que é o de trazer para si tantos problemas de ordem relacional e as situações ambíguas,  dada a  incapacidade de refrear os instintos, o lado selvagem e não civilizado que as configurações propiciam.
Este é um período em que tudo se expande, fica maior, toma grandes proporções a ponto de se perder o controle sobre algumas situações. É importante que o instinto tenha vez, que ele se apresente, que as forças do inconsciente sejam trabalhadas.
Conciliar mente e emoção será uma necessidade constante. Trace seus objetivos, comece a colocá-los em prática, sinta as bênçãos celestes, confie no processo e  esteja atento para os excessos.

23 de novembro de 2011

Comunicação
por Débora Evangelista
Este ano que é regido por Mercúrio traz aprendizados sobre comunicação. Não se espante ao perceber que em suas relações - no quesito comunicação -  aquilo que você diz,  faz outro sentido ou nenhum sentido a outrem e vice versa.
 Além de falar e de ter razão, esteja atento para ouvir também o que o outro tem a dizer e com isso criar a empatia. Isso sem dúvida poderá fazer toda a diferença, porque a comunicação reside em um emissor e em um receptor. Este último após receber a mensagem, decodifica a mensagem a partir de seus pressupostos e modelos mentais  e devolve a mensagem por si processada com sua argumentação. Assim, se criam as coisas, o verbo é forte sendo ele  um criador de realidades.
Entender que o silêncio e a quietude  também fazem parte da comunicação é um bom início. O silêncio acontece quando além de você se calar, você passa a ouvir, não apenas a sua voz interna que com pressa espera a sua vez de dar a devolutiva, mas ouvir aquilo que o outro quer dizer.
Concluo aqui que sempre foram  as falhas na comunicação, as dicotomias, as viagens de egos no mundo das idéias que deram a origem aos litígios que se perpetuam para além da pouca capacidade do ser humano de ouvir, estabelecer pontes e aproveitar os conflitos criativos para construir e não destruir para então criar seu próprio mundo, dentro de sua tosca razão.
Abra seus sentidos, deite as cercas, ultrapasse o seu próprio limite, ofereça algo de bom hoje.