16 de abril de 2011

“A César o que é de César ,
a Deus o que é de Deus”
Por Débora Evangelista


É preciso ter bem definido para si mesmo, os valores profanos e divinos, para não contaminar um nível com o outro nas coisas práticas da vida. Claro, que o divino manifestar-se- à  neste novo ciclo, permeando todas as ações e valores, porém não devemos confundir o valor de cada coisa. O trabalho, deve ser encarado com seriedade e as contas pagas. A espiritualidade deve ser desenvolvida e praticada, inspirando-nos a construir relações mais significativas baseadas no amor e na fraternidade. Abandonar um mundo em detrimento ao outro, seja o material pelo espiritual ou o espiritual pelo material significa confundir os níveis.
Esteja atento!

15 de abril de 2011

"Margaritas ante porcus"

Por Débora Evangelista


Mesmo sabendo que esta máxima não rola mais no novo ciclo, que nos é dado a construir, muitas vezes nos deparamos oferecendo pérolas aos porcos. Muitas vezes também nos comportamos como os tais porcos, recusando pérolas, por estarmos com a baixa auto estima em alta e distraídos, chafurdando na lama rotineira e segura.
De nada adianta oferecer algum tipo de informação, conhecimento ou sentimento para alguém que não esteja disposto a compartilhar e também de nada adianta considerar que aquilo que você tenha a oferecer seja tão valioso quanto uma pérola e o outro tão animalizado quanto um porco.
O Mestre diz que cada coisa tem o seu próprio tempo,e que só podemos oferecer algo, para alguém quando este alguém está desperto para poder receber. Se tentar despertar alguém que está dormindo, poderá receber de volta toda a ira e o mau humor que um despertar forçado pode oferecer.
O Eu Superior

Por Débora Evangelista

Muito embora a gente entenda que a ajuda vem sempre dos céus, existe dentro de cada pessoa sob a face da Terra, a centelha divina, que reside no coração de cada um de nós.
Essa centelha divina tem muitos nomes: Deus Interno, Eu Superior e outros. Podemos definir esta e energia como “Deus em ação” dentro de nós, expressando-se através dos atributos da sabedoria, amor e vontade, que nos são revelados através das situações que vivemos diariamente. Viver é um maravilhoso aprendizado!
Portanto, quando as forças nos faltam, quando não há mais fé em nada, quando temos um vácuo na nossa energia,quando nada mais parece fazer sentido, é esta centelha quem assume o comando e que faz com que possamos emergir das aprendizagens mais dolorosas.
Para tanto, a energia precisa de abertura e de entrega, para que possa abarcar e redirecionar os acontecimentos conforme um plano maior. Muita rigidez em alterar nossas expectativas, planos e intenções podem ser um empecilho para que aquilo que é verdadeiramente nosso se manifeste e seja reconhecido.
Estar muito apegado a idéias sobre como as coisas deveriam funcionar, não ajuda em nada.
A própria inteligência atrairá situações para que esta lacuna se abra, para que você saia da frente e a energia possa manifestar-se livremente e a seu favor.
Nem sempre é um processo prazeroso, o emocional pode dar a impressão do coração “doer muito", mas na verdade, é a energia divina fazendo seu movimento, rompendo as amarras, levando cada ser e situação à sua forma original e amorosa.
O Eu Superior atua para além de nossa compreensão terrena, ele está além das previsões, sugestões e leis humanas. Cada um de nós tem seu roteiro pessoal e intransferível que é viver bem e fazer o que se comprometeu a fazer nesta encarnação. Não há porque ter ansiedade ou medo, todos os dias caminhamos um pouco na realização de nossa missão.
Considerar que outros possam fazer isso por você é ilusório. Você se aconselhar com parentes, terapeutas, irmãos, guias, mestres que já caminharam um pouco além, que poderão orientá-lo, trocar idéias. Porém somente você poderá fazer escolhas e assumir riscos. Contate seu Deus interno e comece a perceber que existe uma presença que o guia para aquilo que é necessário para a evolução pessoal e coletiva.

13 de abril de 2011

Aceitação
por Débora Evangelista


 A aceitação talvez seja um dos caminhos mais complexos para o ego, mas extremamente saudável para a alma que necessita de liberação das energias estagnadas frente a algum processo de vida.
Normalmente a aceitação deve ser usada em situações onde algo muito esperado nos foi negado ou retirado havendo a necessidade de um remanejamento na nossa organização energética devido ao impacto da mudança de estado.
Aceitar significa usar o “sim” a seu favor, é entender que uma determinada situação chegou ao limite, esgotou-se, estagnou-se e agora deve- se esperar o próximo movimento ou liberação de ordem maior.
Esta aceitação não se trata de sentar e não agir, significa saber a importância da não ação, como movimento para equilíbrio e renovação de forças.
No momento certo, a nova energia emergirá das profundezas de si mesmo, trazendo então novas oportunidades, mais adequadas que aquelas que julgávamos serem as mais convenientes para aquele ciclo de vida.
Lembre-se de que existe uma ordem divina que cuida para que o melhor nos aconteça.

Certo
Por Débora Evangelista

Esteja certo de que, quando tudo estiver absolutamente "certo e funcionando", é hora de entender o movimento e iniciar algo complementar ou novo. Não há ordem de necessidades de ficar esperando que aconteça algo errado, porque tudo estava certo. Esta não é a lei correta. Apenas não deixe estagnar a energia, pois se isto acontecer, a aparência lhe parecerá errada, e você irá pensar que errou. O pedido é apenas que transforme, dê continuidade, evolua. O movimento precisa continuar, para que a transformação natural ocorra. Lembre-se sempre: pausa e movimento, recolhimento e expansão... este é o equilíbrio.

12 de abril de 2011

Errado

Por Débora Evangelista


Apenas hoje, quando perceber que não encontra as respostas e que não há saída, admita: "Estou errado, eu me equivoquei". Essa afirmação pode abrir uma lacuna muito importante, para que a lição e a energia verdadeira se manifestem, corrigindo automaticamente o seu curso.
Você não precisa estar certo o tempo todo, quanto antes entender isso, mais fácil será o caminho.

11 de abril de 2011

Sopro
Por Débora Evangelista


No tempo de um sopro, a percepção muda e chamamos isto de diferente, de novo. O Ar, que permeia os pensamentos é feito desta matéria moldável e etérica, tem a natureza volátil, penetrante, e precisa ser nutrida pelo ar das paragens mais abstratas, do amor-sabedoria para que as mentes sejam criativas e singulares. O que pode haver de melhor? Apenas um coração aquecido e transbordante de amor pode nos tornar ainda melhores.