15 de fevereiro de 2011

ESCOLHAS



No Céu a oportunidade de deixar as dúvidas para trás e aderir a um único caminho. Na Terra, este aspecto , poderá traduzir-se em tomadas de decisões, levando cada um de nós a efetivar suas escolhas. O resultado de uma possível recusa - na tentativa de continuar oscilando -  poderá traduzir-se em estagnação e confusão.

Momento ideal para contatar o Deus Interno, para intuir, para silenciar a mente, coração e corpo, para entender as exigências do momento que se movem para além de pressupostos tangíveis, abandonando dualidades, descendo do muro, optando por qual lado da bifurcação- encontrada no caminho - se pretende seguir. Um momento de reflexão séria para intuir o que realmente a alma precisa realizar.
O segredo aqui consiste em entender que tudo na Terra se manifesta através de polaridade e qualquer caminho que escolher trará situações de dor e de prazer, entendendo que o Universo, sempre nos proporcionará oportunidades de mudarmos estas escolhas e começarmos de novo.
O equívoco de todo ser humano é querer sempre estar certo, ter razão e acertar. Ávido por este acerto, acaba errando, inibindo o fluxo natural das coisas, tentando manipular os eventos, usando artifícios para garantir segurança.
A segurança é um estado interno que nasce da quietude e da confiança em uma lei maior que nos rege e da conexão que fazemos com ela. A partir deste ponto, toda e qualquer ação estará avalizada pelo poder da alma. A partir deste centro, nada poderá abalar. Aqui, não existe fracasso, existe redirecionamento divino, existe aprendizagem.

14 de fevereiro de 2011

Netuno – As ilusões de cada dia

por: Débora Roberta Evangelista

Netuno é um planeta que simboliza a nossa capacidade de sonhar, de acreditar em algo melhor e de nos sensibilizarmos pelo bom e pelo belo. A casa em que Netuno estiver em nosso mapa irá demonstrar em que área usamos mais a nossa sensibilidade, com o que e como sonhamos, planejamos, projetamos.
Mas essa casa também vai delinear onde exageramos, onde nos deixamos levar pelos humores, pelos altos e baixos e onde sucumbimos aos apelos de nossas ilusões.
A capacidade de transcender é tão necessária que, quando não sabemos como realizar isso, podemos ser levados a solucionar as situações de conflito de uma maneira bastante fácil a princípio: fugindo da realidade com ajuda de nosso amigo Netuno..
Essa fuga vem da necessidade emergente de que a felicidade se faça presente a qualquer custo e ao nosso modo. E quando estamos participando deste tipo de aprendizagem de vida, o arquétipo de Netuno nos abstrai e eleva, fazendo com que exageremos na utopia, no ideal, na fé em alguma coisa maior, na alimentação, nas bebidas e nas drogas.
Esse arquétipo funciona como um escape e, quando as coisas não estão bem procuramos algo que nos retire destas situações angustiantes de forma imediata e isso nem de longe é a transcendência que deveria acontecer para a trasnformação deste problema.
Por isso Netuno é um símbolo ligado ao mar, pois as ondas com seus altos e baixos trazem todo tipo de situações. Sabemos que a água é o simbolismo de nosso corpo emocional e que como o mar podemos ter estados de tranqüilidade, mas também grandes tempestades emocionais.
Netuno pode levar facilmente cada um de nós a embarcar numa ilusão que nos trará a sensação leve e diáfana de uma grande libertação do senso comum, um sentimento de ser muito especial ou de estar incrivelmente doente e portanto passível de atenção especial e permissão para deixar de estar presente.
Depois da experiência, a tendência será uma descida vertiginosa para a realidade, que pode ser tão forte e desesperadora que desperte um novo desejo de embarcar e retornar para aquele estado novamente. Aqui, surgem então as explicações para todos os vícios, estados depressivos e doenças auto imunes.
A incapacidade de compreender a si mesmo, sobre qual a missão pessoal no mundo, sobre como funcionam as relações, sobre quais são seus dons e talentos diferenciados, podem trazer a impossibilidade do indivíduo conviver com a sua realidade que parece pequena em detrimento do caráter fantasioso da experiência.
Somente na realidade do aqui e agora, consegue-se trabalhar as virtudes que libertam das necessidades de ausentar-se da vida e de si mesmo.
Infelizmente nem todos possuem a oportunidade de aprender a como participar conscientemente deste processo de cura e a encarar a realidade de outra maneira.
As desilusões são necessárias, elas nos projetam para a realidade. Os sonhos são necessários, eles nos oferecem oportunidades de desvendarmos outras formas de atuar no cotidiano.
E a realidade é o único lugar onde as coisas podem ser mudadas e os sonhos construídos.

13 de fevereiro de 2011

Realidade
por Débora Evangelista


As decepções são, sem dúvida alguma, o remédio mais amargo e de cura mais rápida que um ser humano pode provar. De ação imediata, há um corte radical no fluxo e na condução das coisas. A decepção, ela age como um lapidar, retirando o excessivo e propondo um novo olhar para aquela “peça” que julgávamos finalizada, mas que na verdade ainda tinha em si algo do estado bruto ou estagnado, algo que impedia a beleza do formato que deve agora ser o ideal, e não aquilo que idealizávamos e que parecia estar pronto.
No último ano, o Céu tem proposto este tipo de experiência. Aquilo que se tinha como certo, de um momento para outro torna-se vago. Surge o questionamento em relação às próprias certezas, apesar do choque da perda da ilusão, nova clareza surge.
A realidade é criada todos os dias e o processo é muito dinâmico. Alinhar-se às necessidades do momento é a melhor opção.
Quanto mais rápido se entender isso e desapegar-se da dor que este processo pode trazer, mais felicidade, alegria e leveza poderá ser desfrutada

12 de fevereiro de 2011

Um Sábado Violeta




O sétimo raio divino, simbolizado pela cor violeta, tem o Sábado como seu dia. O que não quer dizer que ele não esteja ativo nos outros dias. Mas aqui na Terra, escolhemos dias, horas, símbolos para nomear e enfatizar a energia de alguma coisa. Os atributos da chama violeta são a liberdade, oportunidade, justiça e transmutação das energias.
Você pode visualizar-se pleno de luz violeta, mentalizando esta luz em seus corpos físico e sutis, nas situações de sua vida que pedem tranformações.

11 de fevereiro de 2011

Mestria sobre os Humores
por Débora Evangelista



No Céu, grandes eventos incitam o novo. Na Terra, as forças resistentes do ego buscam manter o status quo. No momento, a possível solução é desenvolver um trabalho sobre si mesmo através da auto observação afim de entender as exigências do tempo.

Apenas poderá ter paz e viver bem, aquele que adquirir a mestria sobre os humores. Requisito indispensável para qualquer pessoa que busca comunicar-se com seu semelhante, a mestria sobre os humores pressupõe auto controle da emoções, que se utilizadas indevidamente podem trazer grandes estragos e prejuízos.
Sabemos que a emoção é como uma ponte entre os pensamentos a as ações. A emoção é justamente a liga, o material que traz a adesão entre a matriz mental e a ação dirigida. Sem ela, as nossas preferências, desejos, talentos, necessidades e humanidade não poderiam ser expressos de maneira adequada.
Desenvolver a habilidade relacional é uma exigência atual para todo ser humano, independente da posição hierárquica que ocupe. A comunicação ou liderança baseada no paradigma “manda quem pode, obedece quem tem juízo” tem seus dias contados. Podemos exemplificar essa mudança através das relações entre a chamada geração Y, que coloca este estilo em cheque causando muitos atritos aos detentores do poder, pertencentes à geração X.
Há de se entender que para viver bem, em harmonia com as demandas pessoais e transpessoais, será necessário que cada um trabalhe a sua própria auto realização, o suficiente para embarcar nas relações, sejam elas afetivas, comerciais e institucionais de modo a entender os limites entre o seu próprio universo necessidades e humores dos outros.


Embocadura




Olhos que choram...
Corrente sinuosa...
Vinda do peito do mundo
Do peito de toda a gente


Eu estou em solo sagrado
Em terra firme
Sentada sobre a pedra grande
De onde contemplo
Água vertente
Da caverna da luz


Assim eu sou
Um pouco de todos os lugares
E muito de síntese
Caminhando no saber, na beleza e bondade
Buscando relíquias
De pureza e bem aventurança
Enquanto em sublime ação
Vou caminhando...

Até que se faça o tempo
De retornar...
Ceçary
Inhancundá
Araçarnã
Ia- Passê
Tassu
Itiquirá
Ajur loka
Luz


Débora
09:59 horas
fábrica
08.01.2003

10 de fevereiro de 2011





A Verdade como proteção






Hoje, quinta-feira, estamos sobre a regência do quinto raio divino, cujos atributos dispensam energias de cura, o bom uso da mente concreta e da inteligência, a consagração e a verdade.
Resta-nos saber o quanto cada um de nós ousa encarar e atuar a partir da própria verdade interior, em contrapartida a todas as exigências do mundo e as que fazemos a nós mesmos em detrimento de nossas escolhas e experiências passadas .
A Verdade, atua sempre no momento presente, ela é a lei inexorável que vigora para além de todas as nossas encenações e mirabolantes tentativas de mergulhar na ilusão através dos aprendizados em vida.
Ela é a vacina, o soro, o antídoto, o remédio milagroso. O único atributo que pode nos proteger contra as nossas próprias e equivocadas criações mentais.
No céu, as conjunções indicam todas as possibilidades. Na Terra, cada ser humano deve buscar a sua parte. Apenas encontra, aquele que tem dentro de si , a verdade interior, como bússola que indicará quais as melhores escolhas a serem adotadas.
Boa jornada!